Oficializado como candidato à Presidência, o ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD), criticou a polarização e defendeu que os eleitores não escolham “os maiores rejeitados”, em referência aos adversários Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O Partido Social Democrático realizou, neste domingo (26/7), a convenção que deu a largada à campanha. O presidente nacional da sigla, Gilberto Kassab, completa como vice. Nesse caso aqui, o nome do vice de Caiado, é mais interessante que todo o discurso barato do candidato.
Foi definido que o presidente do partido, Gilberto Kassab, será seu candidato à vice, em uma chapa “puro-sangue”. Mesmo com o PSD tendo cargos no primeiro escalão do governo Lula, como no Ministério da Agricultura e Pecuária, comandado pelo pernambucano André de Paula, Kassab promete postura de “antagonismo”.
Na avaliação da equipe de Caiado, a indicação de Kassab para a chapa pode facilitar a articulação política no Congresso Nacional. A aposta é que o presidente do PSD, uma das principais lideranças do Centrão, contribua para ampliar a base de apoio do pré-candidato e fortalecer as condições de governabilidade em um eventual mandato.
Kassab apoia a reeleição de Tarcísio de Freitas em SP e tudo leva a crer que Tarcísio será reeleito. Por outro lado, Kassab ao lançar Caiado dá uma ajuda e tanto para a reeleição do presidente Lula, isso porque Caiado poderá tirar muitos votos de Flávio Bolsonaro. Kassab deverá continuar tanto no governo de SP quanto no governo federal com Lula (ao que tudo indica) reeleito.









