Suzano pode voltar a ter um deputado estadual na Assembleia Legislativa de S após quatro anos; Rodrigo Ashiuchi é o nome dele

Suzano pode voltar a contar com um deputado estadual com atuação direta na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) após quatro anos. Historicamente, o município teve representantes de destaque no parlamento paulista e, no pleito deste domingo (04/10), o ex-prefeito Rodrigo Ashiuchi se coloca como um dos principais candidatos a ocupar uma cadeira no Legislativo.

Entre os nomes da cidade que já chegaram à Alesp estão Estevam Galvão de Oliveira, José de Souza Cândido e Marcelo Candido, que construíram trajetórias políticas ligadas à cidade e ao Alto Tietê. Estevam Galvão, que também foi vereador, deputado federal e prefeito de Suzano por quatro vezes, exerceu cinco mandatos como deputado estadual, encerrando sua caminhada política em 2022. Sua atuação na Alesp se estendeu por diferentes legislaturas e teve forte relação com demandas de Suzano e da região. Já José de Souza Cândido, ex-vereador suzanense, foi eleito deputado estadual em 2006 e reeleito em 2010.

Agora, quatro anos depois da última passagem de um representante de Suzano pela Alesp, a cidade tem novamente um candidato com trajetória no Executivo municipal disputando uma vaga no Legislativo paulista. Ex-prefeito por dois mandatos, Rodrigo Ashiuchi concorre a deputado estadual pelo Partido Liberal (PL), sendo um dos principais nomes da sigla no estado.

Ashiuchi defende uma atuação municipalista, levando ao parlamento estadual as demandas dos municípios e ampliando a representação do Alto Tietê. A candidatura ocorre em um cenário de renovação da representação regional, enquanto o atual presidente da Alesp, André do Prado, também do PL, disputa uma das vagas ao Senado.

“É uma alegria e responsabilidade muito grande representar Suzano e todo o Alto Tietê na Alesp, honrando nomes que a nossa cidade já teve no Legislativo paulista. Meu compromisso segue com as famílias suzanenses e de toda a região, levando a nossa voz para onde as decisões acontecem”, afirmou Ashiuchi.