Damásio, deputado de Mogi, é questionado sobre as compensações viárias cobradas pela cidade após a implantação (goela abaixo) de praças de pedágios na cidade

Em ano de eleição o consórcio de portais de notícias está cobrando dos deputados eleitos (e que vão disputar a reeleição) e também dos pré-candidatos à Alesp e ao Congresso Nacional sobre o que fizeram, o que estão fazendo e o que pretendem fazer em benefício de seus eleitores, cidades e regiões que representam. Nessa reportagem o deputado estadual por Mogi das Cruzes e região, Marcos Damásio (PL), é questionado sobre as 11 compensações viárias solicitadas/cobradas pelo governo de Mogi (Mara Bertaiolli –PL) em razão da implantação (goela abaixo) pelo governo do Estado e empresa (que ganhou do Estado)  o direto de instalar praças de pedágios nas rodovias Mogi-Dutra e Mogi-Bertioga.  Confira entre aspas os esclarecimentos do deputado e de sua assessoria aos questionamentos sobre essas obras de compensação.

“O deputado Marcos Damasio acompanha essa questão de perto e sempre teve posição muito clara: foi contrário à implantação do pedágio na Mogi-Dutra, por entender que a cobrança pesa diretamente no bolso da população de Mogi das Cruzes, Arujá e de toda a região do Alto Tietê, especialmente de quem usa a rodovia diariamente para trabalhar, estudar, acessar serviços de saúde ou movimentar a economia local.  É importante esclarecer, no entanto, que a decisão sobre a implantação do pedágio não passou pela Assembleia Legislativa. Ou seja, não foi uma medida votada pelos deputados estaduais. Trata-se de uma decisão conduzida pelo Governo do Estado, por meio dos órgãos responsáveis pela concessão rodoviária, como a Artesp, e pelas concessionárias envolvidas no contrato. Mesmo não sendo uma decisão de competência direta do Legislativo, o deputado tem cumprido o seu papel: acompanhar, fiscalizar, cobrar informações e defender que os municípios sejam ouvidos e atendidos, principalmente em relação às obras viárias de compensação solicitadas pelas prefeituras.”   Em resumo, o deputado diz que acompanha de perto essa questão, mas não revela quando as obras serão iniciadas. Os questionamentos continuarão sendo feitos.